
A liminar da juíza Emanueli Vita Leita, reconduzindo Valderico a plenitude de suas funções, confirma a tese apresentada aqui desde o inicio deste episódio.
A Câmara Municipal tem a sua mão o instrumento legal e juridicamente aceito para afastar Valderico.
Não ágio assim, não utilizou uma CEI, não se sabe porque.
A reinvenção da roda, feita pela câmara foi dado o nome de decreto legislativo, uma anomalia, exótica a justiça e sem amparo para um ato de cassação ou afastamento.
Neste sentido, a ação da câmara foi pau que nasceu torto. Isso, infelizmente permite pensar ou mesmo perguntar; Queria a câmara cassar realmente o prefeito?
A opinião media que prevalece hoje na comunidade é de duvida em relação as reais intenções das lideranças políticas, deste evento.
A quase totalidade da população de Ilhéus deseja o afastamento de Valderico; em pesquisa recente a soma dos que classifica o governo entre ruim e péssimo é superior a oitenta e seis por cento.
Os erros na condução desta iniciativa política que agora a juíza enterra, recaem neste momento sobre os vereadores, a população se sente frustrada, e este sentimento é a anteporta da traição.
Cabe agora aos vereadores reconhecer os erros bater a poeira e da à volta por cima, chega de brincar de Che Guevara, a comunidade, espero eu, ainda acredita que pelo menos parte dos nossos representantes possam de forma sensata fazer o trabalho certo.
A implantação de uma CEI, no casso a da saúde, que acaba de ser criada, pode ser o caminho para a cassação definitiva. Resta esperar que agora a coisa seja feita de forma correta.

















